O racismo, caracterizado pelo preconceito baseado em raça ou etnia, e a psicofobia, caracterizada pelo preconceito contra transtornos mentais, estão profundamente relacionados. Além da possível interseção entre pessoas negras (mais afetadas historicamente pelo racismo no Brasil) com transtornos mentais, que intensifica o preconceito sofrido pelo indivíduo, esses dois conceitos possuem relação histórica dentro da medicina, mais especificamente na psiquiatria, estando também presente na psicologia.
Saúde
Publicações sobre sobre saúde.
A infantilização de pessoas com Síndrome de Down
O capacitismo opera de diferentes formas e em diferentes frentes na vida de uma pessoa com Síndrome de Down (SD): na falta de acessibilidade estrutural, na ausência de oportunidades, na exclusão e no isolamento social, nos preconceitos e estereótipos, na falta de incentivo, entre outros. Porém, uma de suas facetas mais perversas é a constante infantilização desse grupo em diversos âmbitos de sua vida.
Dicas de redução de danos para o Carnaval
A redução de danos consiste em cuidados específicos para consumir substâncias, sejam elas lícitas ou não, de forma a reduzir os danos causados à saúde física e psicológica.
Pessoas LGBTQ+ podem doar sangue?
Respondendo diretamente ao questionamento presente no título, sim, pessoas LGBTs podem doar sangue. Contudo, esse desdobramento é recente: antes de 8 de maio de 2020 — quando o STF concluiu que o impedimento à doação de sangue por pessoas LGBTQ+ era inconstitucional e discriminatório —, a orientação sexual de uma pessoa justificava sua inelegibilidade para a doação.
A importância de lembrar das vítimas da AIDs
A epidemia de Aids, que teve início há mais de 40 anos, permanece como uma das mais devastadoras da história, impactando milhões de vidas e deixando marcas profundas que nunca pararam de ser sentidas dentro das comunidades afetadas. Em 5 de junho de 1981, um discreto relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA indicava casos de pneumonia fúngica rara em Los Angeles, prenunciando uma crise que se espalharia rapidamente. Anthony Fauci, uma das principais vozes médicas da época, relembra os primeiros relatos com assombro: “Senti arrepios na espinha. Só podia ser uma doença nova.”. A doença, inicialmente cercada de amplo desconhecimento, não só estigmatizou homens gays como também impôs um fardo imenso de medo e preconceito.