Transmisoginia e Autopercepção

Pessoas trans alinhadas ao feminino enfrentam diversas formas de discriminação em suas vidas diárias. Isso pode parecer óbvio, mas é necessário em tempos nos quais se tem esquecido o básico, especialmente quando o assunto envolve empatia.  A transmisoginia, que é a interseção entre a transfobia e misoginia direcionadas especificamente a pessoas trans alinhadas ao feminino, faz com que essas pessoas recorram a estratégias para evitar ou mitigar esse tipo de violência, em prol de sua sobrevivência e saúde mental.

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Intersexualidade em Pessoas AMAB

Intersexo é o termo usado para se referir a pessoas que possuem características cromossômicas, hormonais, gonadais e sexuais de ambos os sexos. Até o momento, foram identificados mais de 40 estados de intersexo, significando que, por mais que a ambiguidade sexual seja a base da condição, ela é manifestada de várias formas, gerando assim diferentes vivências e experenciações do que é ser uma pessoa intersexo. 

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Lésbicas na Política 

O movimento político lésbico começa por volta dos anos 60 e tem início junto com muitas das críticas ao movimento homossexual e ao movimento feminista. Eventualmente, ele se separa de ambos pelos aspectos misóginos do movimento homossexual e dos aspectos heterocêntricos do movimento feminista. No Brasil, diversos movimentos sociais se concretizaram durante a ditadura militar, alinhados à luta pela democratização, e esse também foi o caso do movimento lésbico.

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Existência queer na cultura cowboy 

A percepção que temos atualmente do Cowboy, através dos filmes de Clint Eastwood e John Wayne, obras modernas, propagandas como a do Marlboro Man nos anos 50, jogos como Red Dead Redemption, obras de F. Remington e literatura americana, de forma geral, pintam a imagem mitológica do cowboy como o ideal homem americano — Forte, independente, bruto, inteligente, solitário e branco. Mas na realidade, a história do cowboy era muito mais complexa e colorida.

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Autismo e conceitos de gênero

Algo pouco conhecido fora das comunidades autista e LGBTQ+ é a conexão entre ambas. Embora seja um fenômeno pouco estudado, parece claro que dentre as pessoas com autismo há uma maior frequência da manifestação de diversidade de gênero e sexualidade, assim como a presença da Disforia de Gênero. Essa conexão leva a diversas discussões, tanto sobre a natureza da sexualidade e identidade de gênero humana, quanto a validade de identidades não-cis e sexualidades não-hetero (discurso frequentemente proferido por pessoas capacitistas e feministas radicais). 

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